A presença de Deus em Foz do Iguaçu
registro sem fotografia no acervo
A presença de Deus em Foz do Iguaçu
“Eu vi a presença de Deus na imensidão daquelas águas. Senti a mão de Deus.”
Cada história é uma peça importante dessa construção. Você também pode fazer parte.
A presença de Deus em Foz do Iguaçu
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“Eu vi a presença de Deus na imensidão daquelas águas. Senti a mão de Deus.”
O Eugênio que Sergio conheceu
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“Sérgio lembra que aos 12 anos, cercado de elogios, ouviu do irmão que era bonito e divertido mas 'burro, sem futuro' porque tinha repetido e largado a escola — foi o empurrão que o fez voltar a estudar pelo Mobral e pelo supletivo e nunca mais repetir de ano. Conta que Eugênio ajudava quem estava desesperado mesmo se prejudicando, com bronca, terapia ou dinheiro, e sempre tinha um livro para indicar; diante de uma ideia nova, perguntava como aquilo ia gerar dinheiro, e ensinava que o melhor jogo é o do ganha-ganha. O conselho que não esqueceu veio depois de um infarto e de uma coluna trincada, quando já tinha vendido as ferramentas e desistido: 'Sergio, desistir agora é covardia, você não está morrendo, construa outra casa, você consegue. O problema está na mente.'”
O documento que deu origem a esta história
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O documento que a família organizou sobre ele: nascimento na Bahia em 11/11/1959 como primeiro filho de Adeuzina, a saída de casa aos 13 anos para o canteiro de obras em Salesópolis, as profissões, os cursos, os livros, as metas, os medos, as falas marcantes, Foz do Iguaçu, a menina no pico de Santa Catarina, os negócios que quebraram e o caderno do Carlos Preto.
O maior problema está na mente.