Princípios deEugênioVidas melhores
a partir de boas perguntas
← Parede de Histórias
BFamília

O Eugênio que Andreia conheceu

Relato de Andreia, preservado como relato de quem contou.

Andreia conta que, quando estava aflita com alguma questão particular, bastava ligar: ele se prontificava a ir visitá-la para aconselhar e ajudar com escuta e atenção. Lembra as frases que ele usava — “O fruto nunca cai longe da árvore”, “É preciso saber viver”, “Ninguém pediu sinceridade” — e que, quando algo dava errado, ele seguia em frente sem se remoer nem se martirizar. Guarda uma conversa em que ele lhe pediu desculpas por ter cobrado demais em relação à mãe, reconhecendo que todos os filhos deixaram a desejar e que ela havia feito o que conseguiu fazer — e diz que chorou e agradeceu naquele momento.

Depoimento de Andreia (irmã) — carta manuscrita, transcrita do original fotografado. Quando eu estava aflita com alguma questão particular, eu ligava pra ele e ele se prontificava em vir me visitar, para me aconselhar e me ajudar com escuta e atenção. As frases que ele usava era: [trecho apagado com corretivo no original] O fruto nunca cai longe da árvore... É preciso saber viver... Ninguém pediu sinceridade... Quando algo dava errado ele seguia em frente e não ficava se remoendo e nem se martirizando. Uma vez numa conversa ele me disse: "Tenho que te pedir desculpas pelas vezes que te cobrei muito em relação a mãe, na verdade todos nós filhos deixamos a desejar um pouco com ela... E você fez o que você conseguiu fazer..." Nesse momento eu chorei e o agradeci.

Transcrito da carta manuscrita fotografada pela família. Um trecho foi apagado com corretivo no original e está marcado como tal na transcrição.

Nível de evidência B: Relato de testemunha.

Eita, homem de pouca fé.
Eugênio